3 Séries para entender melhor o espectro autista

O Transtorno do Espectro Autista (TEA), ou simplesmente Autismo, engloba diferentes síndromes marcadas por perturbações do desenvolvimento neurológico. Algumas características são: dificuldade de interação social, déficit de comunicação social, e padrão de comportamento restritivo ou repetitivo.

Nunca houveram tantas séries que abordassem a condição do espectro autista. Não que o tema esteja em alta por ser moda, mas a evolução nos diagnósticos e no tratamento do transtorno ainda são muito recentes, então é muito provável que só agora os escritores tenham informações e segurança para abordar-lo com cautela. Algumas séries da atualidade nos ajudam a entender um pouco mais sobre como essas pessoas vivem.

 

Atypical

A história do adolescente Sam, é encantadora e surpreendente leve. O garoto que já é diagnosticado e tratado desde a infância tenta levar uma vida normal e para isso decide ter uma namorada. A série trata não só de Sam, mas de como sua doença impacta toda a sua família e até sua psicóloga. Os outros personagens têm seus próprios dramas e suas próprias visões do meio em que vivem. O legal é ver que existem outros autistas na série com diferentes peculiaridades e dificuldades. Apesar de retratar o transtorno e alguns dramas, a série é muito divertida.

 

The Good Doctor

Esta série é um dos mais novos dramas médicos queridinhos pelo público. Original da Coréia, nos Estados Unidos tem sido produzida por David Shore conhecido por House.  A série conta a  história de Shaun Murphy, um jovem residente médico com a condição do autismo. The Good Doctor mostra os desafios que Shaun enfrenta todos os dias para exercer seu trabalho e ter sua independência. A trama é cativante e possui uma nota de 8,4 no IMDB, sendo uma das mais altas para dramas médicos.

 

The Big Bang Theory

A famosa comédia de nerds não defende a bandeira do autismo, mas para muitos Sheldon Cooper é mais que um garoto estranho. Na verdade muito identificaram Sheldon no espectro autista por vários motivos, desde a dificuldade em lidar com os sentimentos e emoções das pessoas, ao fato de possuir algumas fixações com certos assuntos. Mesmo que o criador, Chuck Lorre, tenha se pronunciado ao dizer que as características não foram intencionais, muitos o observam como um representante do espectro.

Todas as séries além de divertidas podem orientar e trazer conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Comenta aqui se já acompanhou alguma.

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Karla Menezes
Amante das séries e filmes. Fã de heróis. Pós graduada em mídias sociais e blogueira do Cheia de Papo.

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