A arte é um lugar de acolhida e resgate de muitas maneiras e quem encontra nela esse sentido colabora com sua criação e fortalecimento. E embora tenhamos oficialmente sete caminhos para criação da arte – de maneira oficial – é impossível não considerarmos as novas manifestações e talentos que surgem na nossa contemporaneidade. A arte se expandiu, encontrou novos lugares de se fazer presente e, hoje, existe muito além da arquitetura, escultura, pintura, música, literatura, dança e cinema. É inconcebível olhar para a alquimia majestosa da gastronomia e não considerá-la arte, é inconcebível olhar para o grafite (responsável por redesenhar paisagens) e não considerá-la arte, assim como é inconcebível olhar para a arte viva e etérea da tatuagem e não considerá-la uma representação artística.
E é reconhecendo e sabendo da importância das novas manifestações artísticas, e dos seus novos talentos vanguardistas, que o Apartamento 702 vem apresentar para seus leitores um nome que desponta na arte potiguar. O Jean Moura trocou o jornalismo em 2017 pela paixão de contar histórias através de tatuagens, tornando suas criações vivas e indeléveis nos corpos de quem o visita. Jean iniciou sua carreira tatuando amigos próximos que logo confiaram no seu trabalho eclético, cuidadoso, visivelmente pautado em muito estudo e aperfeiçoamento da técnica. O seu trabalho cresceu através das narrativas que suas próprias obras vivas contavam (velha propaganda boca a boca), afinal, toda arte deve ser conhecida, reconhecida e indicada, não é mesmo?
Após tatuar em renomados estúdios de Natal, o Jean passou, em 2020, a ter o seu próprio espaço no Centro de Parnamirim na Av. Sen. João Câmara, proporcionando um atendimento personalizado, exclusivo e caprichoso.
Para o colaborador do Apartamento 702, Henrique Avelino, que escolheu Jean como artista para preencher seu corpo com arte, o momento de execução do trabalho foi mais do que um serviço, foi uma experiência rica, “Jean tem embasamento, estudo e muita sensibilidade, o que torna esse momento de tatuar, que seria visto como um simples serviço a ser oferecido, uma experiência única. Ele entende e alcança o valor e significado do que faz, ele reconhece que o que faz é eterno e por isso deposita muito carinho e devoção em seu trabalho”, confidenciou Henrique Avelino ao Apartamento 702.

Como artista, o Jean passeia por estilos diferentes de tattoos, como black work, coloridas, escritas, traços finos e pontilhismo, mas a sua característica marcante, na minha singela opinião, é o trabalho autoral e o cuidado em materializar a ideia do cliente.

Tatuagem do Jean feita exclusivamente para a Cecí Oliveira,
também a partir de ideia passada previamente pelo WhatsApp.
O esquema hoje acontece da seguinte maneira: o cliente entra em contato com Jean através do WhatsApp, contando a ideia e passando referências, caso tenha. Após isso, nada é copiado, tudo é criado do zero, através de desenhos minuciosos, enviados para o cliente para que o mesmo possa fazer observações e escolher a opção que mais se encaixou na sua concepção. Assim, a tatuagem é marcada e realizada em atendimento exclusivo, ou seja, ficam apenas o cliente e o Jean no estúdio, garantindo a segurança necessária neste momento.
Ficou interessado no trabalho do Jean? Siga-o no instagram e confira mais da sua arte e das suas tattoos.
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Crônica de Guardanapo
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Publicitária formada pela UFRN, Master Jedi em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais pela ESPM, Head of Marketing and Branding na ESIG Group e Sócia Administradora do blog regional Apartamento 702. Comunicóloga, cinéfila, intolerante a lactose e a seres humanos antivacina, metida a blogueira nas horas vagas.

