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Beatriz Madruga

Se formou em Psicologia, mas até hoje não sabe por quê. Estudante de Letras. Escreve à esmo desde os treze, e compulsivamente desde os dezenove: sobre tudo, e principalmente sobre nada. Excesso de vírgulas, parênteses, e repetições. Na escrita e em tudo mais.

Depois de você

Mas, verdade, foi só porque eu tive de não ter vergonha de te dizer que, depois de você, minha vida …

Vejo luz

Para ler ouvindo Chegou em casa cedo da noite. As dores junto. As dores bem perto do peito e o …

O Diário Hetero

No fim do dia, encontrei meu namorado hétero e demos um beijo hétero dentro do carro antes de ir para …

A culpa é dos poetas

O jornalista publicou no jornal que eu escrevia em versos. Que os versos do meu livro vinham assim e assado. …

Os amores que não vivemos

Ficaram nos olhando naquela noite de janeiro. Ficaram em janeiros. Ficaram encostados na porta do carro com as mãos na …