Projeto leva dança contemporânea à Praça do Disco Voador

Já pensou em começar a semana bem energizado e em sintonia com o próprio corpo? O bailarino e coreógrafo potiguar, Alexandre Américo, está com um projeto que tem como objetivo trabalhar a consciência corporal. O projeto Dança na Praça acontece toda segunda-feira na Praça do Disco Voador, em Ponta Negra, e é aberto para todas as idades.

Segundo Alexandre Américo, o Dança na Praça consiste em uma prática de dança ao ar livre com o intuito de proporcionar a conscientização dos corpos movedores no que tange a relação intrínseca entre corpo dançante e espaço circundante, entre corpo e meio ambiente. Além disso, por meio de ferramentas de improvisação e pequenas partituras de movimento, pretende-se fazer emergir vocabulários específicos a cada pessoa com enfoque nas singularidades corpóreas. Por último, e mais importante: criar um espaço amoroso e acolhedor para que a dança autônoma e genuína possa brotar livremente.

A atividade acontece todas as segundas-feiras na Praça do Disco Voador em Ponta Negra no horário das 17h30, e tem 1h30 de duração.  Contribuição sugerida por aula: R$ 20 reais. Mais informações através do telefone: (84) 9991 88661

Alexandre Américo

Pesquisador, bailarino, coreógrafo formado em Licenciatura em Dança (2013.2) e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (2017.1), ambas pela UFRN.
Em Natal/RN, atuou nas seguintes Cias de Dança: Parafolclórico da UFRN (2008-2010), Gaya Dança Contemporânea (2010-2012), Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão (2011), Cruor Arte Contemporânea (2013), Balé da Cidade de Natal (2014) e Cia Gira Dança desde o ano de 2013, onde se encontra atualmente.
É criador e/ou bailarino dos seguintes trabalhos: Que Seja Uno (2011), Ocaso (2012), Marruá (2012), Adó (2012), Erú-ya (2012), Logun Edé (2012), Kawóò (2012), Clono (2013), Ensaio Sobre Decidir (2014), A Cura (Gira Dança 2014), Myo_Clonus: Compartilhamento (2015), Dança que Ninguém Quer Ver (Gira Dança 2015), Cinzas ao Solo (2016), História/Container (Suíça-2016), EXIT (2018) e Goldfish (2018), esta última fruto de uma residência artística contemplada pelo Governo da Espanha (na ocasião, Artistas Inflamábles – Argentina, Cuba e Espanha – e Alexandre Américo compuseram em coautoria) . Em 2014 foi selecionado pela FEBRARP (Federação Brasileira de Artes Populares) para representar o Brasil no VI Festival Internacional e Competição de Dança Solo em homenagem a Mahmud Esambaev, que aconteceu de 15 a 19 de Outubro em Grozny, capital da República da Chechênia (Rússia), onde apresentou os seguintes trabalhos: Retorno à Nanã (2014) e Dona de Minha Cabeça (2014) ganhando a “Premiação Especial do Ministro da Cultura”. Em 2015, foi o único brasileiro e residente americano selecionado para participar da 19ª edição do festival “Solo-tanz-theater”, evento que acontece na Alemanha e reúne 18 trabalhos solísticos do mundo inteiro. Neste evento apresentou seu solo: “Myoclonus”. Atualmente exerce a função de Diretor Artístico da Cia Giradança.

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Cecília Oliveira
Cecília Oliveira é formada em Jornalismo, atua como produtora cultural e assessora de comunicação, é plus size, a mil por hora, apaixonada por glitter, cachorros e fotografia.

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