Os melhores dois discos, dois livros e série de todos os tempos da última semana

Uma das coisas que gosto de fazer sozinho é elaborar lista dos melhores e piores cosias da minha vida daquele momento específico.

E mesmo eu não sendo referência em nada: sou só um jornalista viciado em bons livros, bons discos, bons filmes e, recentemente, boas séries (viu, só gosto de coisa boa!) decidi compartilhar uma lista mensal aqui com a galera da internet.

Apesar da periodicidade, essa lista não terá uma ordem ou número definido de coisas. Podem entrar discos, filmes, séries, livros , aplicativos, sites, qualquer coisa. Vai entrar, simplesmente, o que eu achar melhor e mais legal de entrar no momento.

Aproveita 🙂

Billie Joe + Norah – Foreverly (2013)

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Parceria do integrante do Green Day, Billie Joe, e da nossa Norah Jones em um disco gostoso de ouvir. Uma pegada folk, com letras bacanas, e excelente para desfrutar na praia, relaxar e ficar fã. É muito legal como o dueto encaixou bem em um trabalho que é a versão de um disco lançado em 1958. Conheci por indicação do Rdio (serviço que ando meio viciado).  Quer saber mais? Indico esta matéria.


Dead Meadow – Dead Meadow (2000) 

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Ainda tenho pouca referência sobre o Dead Meadow, descrito nas internets como stoner rock psicodélico. Ouvi exatamente dois discos do grupo: o primeiro, de mesmo nome, da banda lançado ainda no início dos anos 2000. E o último, lançado em 2013, que eu achei um pouco mais pop. Indico a lombra do primeiro álbum, excelente para ler, escrever, ou simplesmente viajar nas guitarras distorcidas do grupo. Se você sabe ler em inglês, aqui o verbete da banda no wikipedia gringo.

Ensaios de Amor – Alain de Botton

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Eu, que sempre me considerei brega, achei esse livro fantástico. Um exemplar para entrar no meu panteão de melhores livros de todos os tempos. Nele, uma mistura de filosofia e romance, Alain de Botton reflete sobre os estágios do amor: desde a paixão, passando pela intimidade e culminando, triste, na desilusão amorosa. Mais que recomendado. Aconselho ler com uma caneta/lápis/marca texto na mão pela grande quantidade de citações incríveis.

Oceano no Fim do Caminho – Neil Gaiman

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Ainda sou bem iniciante na obra do Neil Gaiman, conheci no ano passado (desculpa, mas minha cultura de quadrinhos é parca) quando eu li um dos livros do Sandman, mais especificamente sobre a morte. Achei bacana, pesquisei sobre o autor, e me deparei com o último livro dele. Um romance. Oceano no Fim do Caminho me marcou porque fala da infância e de tudo aquilo que a gente imagina quando somos pequenos e, principalmente, do universo particular que criamos. Gaiman narra isso com a fantasia necessária e com uma maestria que te faz se envolver com a obra. É um livro tocante.

Mad Men 

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Depois da decepção com Lost, fiquei chato para assistir séries até que Game of Thrones me tirou daquele estágio e me transformou em algo próximo de um série-maníaco. Mad Men já havia sido indicada (e negada estupidamente por mim) várias vezes. Resolvi dar uma chance e não me arrependi. Um dos melhores roteiros em seriados da TV americana. Ele se destaca tanto na construção dos diálogos e no próprio desenrolar da trama, quanto, principalmente, na construção e na complexidade dos personagens. É fantástico o quanto a série se torna envolvente com o tempo além de, claro, dar boas aulas de publicidade para quem se interessa/estuda o assunto. Se ainda não começou a ver (ou parou no início, como eu parei várias vezes) dê uma chance.

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Jornalista formado pela UFRN. Fez o Curso Estado de Jornalismo Econômico do Estadão/FGV e o Rumos Jornalismo Cultural do Banco Itaú. News addicted. Apaixonado também por internet, cultura, política, mídias sociais, publicidade e pelo Palmeiras. Odeia azeitona.

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