Guia não tradicional de Natal – 3 bares e 2 lugares baratos para matar a fome

Na semana passada comecei a fazer um guia não tradicional de Natal indicando bares que, normalmente, são colocados de fora do circuito turístico tradicional da cidade.

O post teve uma repercussão bacana e recebeu boas recomendações que acabaram ficando de fora, então decidi fazer uma parte dois da seção bares, incluindo outras três boas opções e de bônus track, dois lugares legais (e baratos) para comer na cidade.

Bar do Zé Reeira

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Cerveja gelada, samba e comida de boteco. O Bar do Zé Reeira fica no centro de Natal, mais especificamente na lateral do IFRN Cidade Alta, na Av. Rio Branco. É conhecido por reunir a nata da boemia natalense hoje em dia e, ainda, pela programação cultural muito boa. Vale a pena dar uma chegada.

Confeitaria Atheneu

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Talvez o lugar mais tradicional para tomar uma gelada na cidade.  Está há 60 anos no chamado Largo do Atheneu, em Petrópolis. É um oásis de bar bom e relativamente barato, numa selva de pubs, boates e restaurantes caros, característico do bairro. Rolava (ainda rola?) serestas na sexta-feira.

Bar do Roberto Carlos

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Homenageia o rei da música popular brasileira. Reza a lenda que no local, caso o cliente peça uma música de Roberto Carlos que o dono não tenha, ele fica livre de pagar a conta. Quem é fã do rei vai adorar o lugar, um boteco com decoração temática, cerveja gelada e toda a coleção de músicas do Rei. Apesar de ficar meio contramão dos principais pontos da cidade, não pode deixar de ser visitado.

Bônus track: bateu aquela fome? Dois lugares legais para comer

Jack Burguer

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Sanduíches gourmet, com hamburguer caseiro e uma diversidade de molhos a, no máximo, R$ 13 – acompanhando fritas e refrigerante. O Jack é legal pelo preço, pelos sanduíches (muito bons) e pelo excelente atendimento – em geral rápido e feito com muita simpatia – algo que é raro em Natal. Está com fome? Passa lá, fica na Rua Alexandre Câmara – 1840 – Capim Macio.

Cachorro Quente vira Lata

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Fica pertinho do Jack Burguer e aproveitou a onda de cachorros quentes em Natal (que tomou força com o Tanticos) para propor algo novo: cachorro quente prensado. A ideia é boa e saborosa e resultado em uma boa larica para quem está com fome e tem pouco dinheiro. Uma dica: peça o nordestino.

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Jornalista formado pela UFRN. Fez o Curso Estado de Jornalismo Econômico do Estadão/FGV e o Rumos Jornalismo Cultural do Banco Itaú. News addicted. Apaixonado também por internet, cultura, política, mídias sociais, publicidade e pelo Palmeiras. Odeia azeitona.

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