Festa na Ribeira lança três curtas-metragens potiguares

O Coletivo Caboré Audiovisual lançará três curtas-metragens num evento que promete ser, no mínimo, cinematográfico. A festa Clímax vai acontecer no dia 5 de outubro (sexta), no Ateliê Bar na Ribeira, a partir das 19h (evento do facebook aqui). Na ocasião serão apresentados oficialmente ao público “Enquanto o sol se põe” (dir. Márcia Lohhs), “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte” (dir. Helio Ronyvon) e “Sem retrato e sem bilhete (dir. Babi Baracho). Os ingressos já estão disponíveis na plataforma SYMPLA por R$ 10,00 antecipado.

O grupo de realizadores independentes vem, desde 2014, fortalecendo o cenário audiovisual potiguar com um portfólio composto por obras de curtas-metragens que rodaram vários festivais e angariaram diversos prêmios, além da webserie Septo que foi amplamente divulgada pelo Brasil a fora e já tem segunda temporada confirmada.

A festa conta com show de Potyguara Bardo, que lançou recentemente seu já aclamado álbum de estreia, o Simulacre. A cantora e atriz integra o elenco do curta “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte”. Pra quem gosta de samba no pé, o Batuque de um Povo, grupo que se consolidou na cidade ao fazer o conhecido samba de Nazaré, vai cantar a atmosfera do filme “Sem retrato e sem bilhete”, cuja história foi inspirada num samba de Noel Rosa. Além dessas atrações, haverá ainda discotecagens com Vitória Real, Gal, Amanda Lisboa e Opa Bruno.

Saiba mais um pouco sobre os filmes:

ENQUANTO O SOL SE PÕE (dir. Marcia Lohss)

Realizado de forma independente, o curta-metragem foi lançado em Pernambuco em abril deste ano, no 11º Curta Taquary, onde angariou o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular. Em seguida, teve seu pré-lançamento no RN, na programação do Festival Goiamum Audiovisual.

Sinopse:
O filme traz o drama de Guilhermina (Paula Vanina Cencig), uma mulher que percebe ter sido esquecida, dentro de uma longa relação de amor. Sua história começa a ser repensada ao chegar em uma benzedeira na busca de sanar seu problema com o marido, Arnaldo (César Ferrario). Nessas idas e vindas, ela encontra outro caminho que nunca havia sonhado.

AINDA QUE EU ANDE PELO VALE DA SOMBRA DA MORTE (dir. Helio Ronyvon)

O curta marca a estreia do diretor Helio Ronyvon na ficção. Helio dirigiu o documentário “Sêo Inácio (ou O cinema do imaginário)”, único filme potiguar a participar do Festival de Cinema de Gramado. Sua nova obra foi realizada também de forma independente.

Sinopse:
Ciana e Zefinha sempre viveram uma para a outra. Sobreviver é um desafio diário e saber perdoar sem lembrar do passado vai ser fundamental para poder seguir em frente.

SEM RETRATO E SEM BILHETE (dir. Babi Baracho)

O filme foi realizado através de financiamento coletivo pela plataforma Catarse. O roteiro de “Sem retrato e sim bilhete” foi livremente inspirado na música “Último desejo”, do compositor Noel Rosa.

Sinopse: 
Regado a um clima boêmio, o curta-metragem traz conflitos amorosos e familiares. Através de Manoel, o filme nos mostra a essência de um ser humano que trava uma guerra entre desejos e frustrações. Nem sempre as tragédias apagam as belezas. “Sem retrato e sem bilhete” acende os corações que sambam.

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Alana Cascudo
Publicitária formada pela UFRN. Estudante de pós-graduação em MBA Gestão da Comunicação em Mídias Sociais na ESPM. Cinéfila, notívaga, apaixonada por viagens, gastronomia e assuntos relacionados. Sofrendo constantemente de insatisfação crônica, intolerante à lactose e totalmente desequilibrada.

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