Conheça o Cineoka, projeto que une cinema e cultura indígena

Já imaginou um projeto que una cinema e questões indígenas? Pois isso acontece bem aqui no nosso RN com o Cineoca.

A proposta do mesmo é trazer questões referentes as culturas indígenas, tradicionais, as etnohistórias, práticas, costumes, lendas com intuito de resgatar, valorizar e difundir as identidades indígenas além da preservação ambiental. Através da exibição de curtas e longas-metragens regionais e/ou nacionais. Tudo isso realizado dentro de uma oka em um Sítio histórico e ecológico destinado à educação ambiental e aos estudos das culturas indígenas, a Gamboa do Jaguaribe .

O Cineoka está com sua 13ª edição marcada para o próximo domingo, 21, às 14h e veja só a programação aberta ao público e gratuita (contribuição voluntária):

Exibições cinematográficas:

A Parteira | 19’59
| Documentário
Direção: Catarina Doolan
Sinopse: Donana, parteira com mais de meio século de ofício, representa a resistência da tradição e humanização ao parto na região de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. Dona de uma personalidade forte, compartilha de sua sabedoria, adquirida ao longo de anos como parteira, mãe, mãe de santo, madrinha, mulher. Assim como a xanana, flor que brota em meio ao concreto e subestima por sua frágil aparência, Donana nos ensina a permanecer firmes apesar das adversidades da vida.

Tudo Verdim – uma constelação de memórias inventadas ( por crianças pankararés)
10’44
| Animação
Direção: Crianças indígenas Pankararu e Patrícia Alves
Sinopse: Apesar da ausência de chuvas na região, as crianças da etnia Pankararé narram um sertão todo verde onde o ser humano não está no centro do universo e não é maior ou melhor que os pés de Jatobá, animais, terra, água, sóis ou chuvas… Elxs e tudo mais vivem em harmonia com os Seres Encantados, carros, aviões e animais.
TUDO VERDIM é uma coleção de memórias inventadas de crianças do Território Indígena Pankararé no Sertão da Bahia, narrado entre pausas, cantos sagrados, palavras e desenhos.

Diálogos a cerca das produções e as temáticas sempre ocorrem no final das exibições.

Além das exibições e diálogos haverá:

– Jogos indígenas (roda de peteca e prática no arco flecha);
– DJ kurupira e palco aberto para o público se expressar;
– Exposição de artesanatos e artefatos indígenas (alguns a venda);
– Fotos em molduras;
– Lanches e mais.

Confira no mapa como chegar na Gamboa aqui e chame os amigos para vivenciar este mergulho de cultura no domingão 😉 

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Alana Cascudo
Publicitária formada pela UFRN e pós-graduada em MBA Gestão da Comunicação em Mídias Sociais pela ESPM. Cinéfila, notívaga, apaixonada por viagens, gastronomia e assuntos relacionados. Sofrendo constantemente de insatisfação crônica, intolerante à lactose e totalmente desequilibrada.

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