Quem procura fazer um intercâmbio sabe bem – ou deveria saber – que esse é um divisor de águas na sua vida. Quando eu fiz o meu, em 2012, entendi um milhão de coisas que mesmo com anos de psicanálise não chegaria a tal conclusão.

Você entra na estufa de etileno da vida (aquele gás que deixa a fruta madura) e amadurece uns dez anos em apenas um.

Tudo isso está diretamente ligado ao fato de morar num país estrangeiro, do qual dificilmente você domina o idioma, a cultura e sabe o que fazer.

Além da sensação de estar sozinho no mundo te ensinar bastante a ajudar e ser ajudado.

Sonho australiano

josy e peterson

Peterson Oliveira tem 28 anos, é administrador, e ficou quatro meses vivendo o sonho australiano, regado a churrasco, cerveja, dólares e viagem.

Em 2015, entre os meses de junho a outubro, embarcou para sua primeira viagem internacional e foi logo para o outro lado do mundo.

O interesse pelo destino surgiu depois de uma daquelas listas que o governo australiano disponibiliza solicitando mão de obra específica.

Para conseguir ir ao destino, ele contou com apoio da WEST1 Intercâmbio. Empresa especializada no destino e que já ajudou centenas de pessoas a conhecerem o outro lado do mundo.

Peterson foi morar no paraíso – como ele mesmo gosta de definir o país – com sua esposa Josy. O sonho foi precocemente interrompido, ao chegar no país Josy descobriu uma doença grave e precisou voltar para o Brasil.

A liberdade de morar na Austrália

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Barbara Barbalho é publicitária, com 24 anos, e também compõe o time da WEST1 de apaixonados pela terra do canguru.

O namorado de Babi passou no programa do Governo Federal, Ciências Sem Fronteiras, e foi morar numa cidadezinha completamente atípica na imagem que nós temos da Austrália: repleta de vinícolas, fria e muito parecida com sul do Brasil.

A característica que mais encantou a publicitária foi o fato de que você pode ser o que quiser.

”Ninguém liga realmente para sua cor de pele, se você é tatuado ou não, se tem pircieng, se pinta ou não o cabelo. Como o país é multicultural, as pessoas são acostumadas com o diferente”.

Barbara conta que chegou a receber U$500 dólares de gorjeta numa noite trabalhando de garçonete, e uma das coisas que a deixou mais espantada foi a liberdade de poder trabalhar com o cabelo pintado de várias cores.

Destinos como Austrália, Nova Zelândia e Irlanda estão entre os prediletos dos natalenses.

A empresa especializada em intercâmbio para o novo continente, WEST1, pode te ajudar a cruzar o mundo a partir de pouco mais de quinze mil reais.

Definitivamente não é um valor barato, mas quem já foi recomenda sem titubear: “Junte dinheiro, um ano ou mais tempo, e vá.

Só consigo aconselhar isso, em menos de três meses trabalhando e pagando todas as minhas contas, eu consegui juntar U$12 mil dólares”, disse o administrador que trabalhou como ajudante de construção, estivador e depois como marceneiro.

West 1

Difícil mesmo foi conseguir alguém que tivesse feito um intercâmbio para a Austrália e tivesse retornado para o Brasil, as centenas de estudantes da WEST1 que foram nos últimos três anos 80% imigraram e continuam morando no país.

As vantagens elencadas por quem já esteve por lá são muitas, entre elas: possibilidade de emprego, multiculturalidade, o clima parecido com o Brasil, a oportunidade de viagens a destinos exóticos (Índia, Tailândia e etc) e a qualidade de vida.

Gostou? Então, prepare-se que no dia 1 de outubro haverá uma palestra gratuita na Quality Suites com a equipe da WEST1 para te orientar caso você queira fazer intercâmbio na Austrália.

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